17 setembro 2010

O Que É Meu, É Meu

Algumas coisas são tão esquisitas... como controlá-las/evitá-las/eliminá-las?
Difícil. Mais difícil ainda se não sabemos do que se trata... como querer eliminar algo que nem se sabe a causa?
Saco cheio. Fato.
E é cada bobeira. Fato também!

Isso tudo é a mistura da necessidade de apresentar as coisas, as pessoas, as histórias, as cores, os cheiros, os sons... ao não querer juntar demais tudo isso. Mas por que não, né? Simples... porque o que é meu, é meu.
É? Tolice! Tolice não porque disseram que é, porque estou dizendo que é! Tolice pra mim, não para os outros. Sem coments, não quero opiniões sobre tolice ou não tolice!

Compartilhar não é um verbo presente por livre arbitrio.
Na verdade não se trata de "o que é meu, é meu". Até que ponto compartilhamos algo, o "nosso" novo e o "compartilhante" cessa suas buscas? Mesmo que não seja uma pura verdade que esse "cessar" aconteça, mas mentira também não é... onde está o não comum entre ambas as partes?
Hein?


É isso e ponto. Ausento-me de comentários sobre o post, no blog ou fora dele.

#mulherdefases