01 outubro 2010

Do Fim

Construir/escrever uma história deve ser emocionante, né?
Se bem que já tive essa experiência e lembro bem o quanto foi boa!
Encerrar a história é uma das melhores partes... é atingir um objetivo, dar fim a algo, a última fase, concluir e se dar conta de tudo que foi "vivido"... é o clímax de quem está com o lápis na mão!

A composição da história pode ser atribulada, com altos e baixos, alegrias e tristezas, certezas e dúvidas... é formado de capítulos que mudam e nos surpreendem, mas nada como chegar ao final. É onde aplicamos tudo que aconteceu, buscamos as melhores palavras para que tudo se encaixe e termine claro para ambas as partes.
Mas como deixar as coisas compreensíveis? Se comparado à vida real fica complicado...

Não gosto muito de co-autores numa obra, personagens coadjuvantes, nada disso... participações até são válidas nas minha histórias, mas nada permanente ou que possa desvirtuar o contexto... apenas para torná-la emocionante! Coadjuvantes colaboram para antecipação do fim.

Bom mesmo é o cuidado com cada palavra, abrir o dicionário e descobrir palavras diferentes com o mesmo significado e envolver quem as está lendo. Tudo bem que quanto mais tempo se leva pensando num determinado tema e nessas palavras, mais maduro aquilo sairá e poderá ser menos emocionante também, racional demais... sem aquele fervor de quando foi sentido inicialmente e que seria bem mais sincero se fosse exposto na hora! Às vezes é melhor colocar pra fora na hora, pra ser mais sincero com quem recebe a informação e consigo mesmo.

Às vezes deixamos uma história escorrer pelo ralo, perdemos todo o fio da meada, mas os personagens do enredo acabam buscando isso e quando a gente vê... eles se tornaram os autores da obra e começamos a busca das razões para um bom desfecho.

Mas uma nova história sempre é boa de ser escrita, revigorante!
Um livro com continuação... huuuum... uma ideia hein.



Mas deixa eu terminar uma história aí, estou chegando no último capítulo... volto já!